Sistema Aéreo não Tripulado Atobá

O Sistema Aéreo Não Tripulado Atobá, é uma importante ferramenta para o monitoramento aéreo de nosso país com suas proporções continentais. Poucas nações possuem a capacidade de desenvolver a tecnologia para construir aeronaves não tripuladas de grande porte como o Atobá. Por outro lado, esse tipo de aeronave é cada vez mais utilizado em todo mundo. Aeronaves não tripuladas deste tipo são muito úteis e eficientes em múltiplas aplicações. Comparado com aeronaves tripuladas tradicionais, o Atobá é mais leve, custa muito menos, e pode voar por até 28 horas sem pousar para abastecer ou descanso da tripulação. Isso o torna ideal para missões de vigilância de nossas fronteiras, florestas, busca e salvamento, e todo tipo de missões de monitoramento, muitas vezes substituindo o uso de satélites.

Envergadura:

11 metros

Motorizaçâo:

60hp 4 Tempos

Decolagem:

350 metros

Pouso:

350 metros

Alcance:

250km (rádio)
Ilimitado (Satcom)

Altitude:

15.000 pés

MTOW:

500kg

Carga paga:

70kg

Autonomia:

28 horas

Sobre o projeto

O sistema aéreo não tripulado Atobá, nasce colocando o Brasil em um restrito clube de países detentores dessa tecnologia no mundo. Foi concebido como uma alternativa de alto desempenho e economicamente viável aos produtos ofertados no mercado internacional, a partir da necessidade de uma solução brasileira na área de veículos aéreos não tripulados estratégicos para o monitoramento de nosso extenso território. A empresa se capitaliza na ampla experiência acumulada por profissionais pioneiros no desenvolvimento desse tipo de tecnologia no Brasil.

Faixa oceânica

Fronteiras terrestres

Região amazônica.

Sensores Embarcados

Sensores de qualquer fabricante podem ser integrados no Atobá dependendo somente dos requisitos e da missão. A plataforma de voo Atobá pode embarcar um sensor primário no nariz da aeronave, e um ou mais sensores em sua baia de carga paga localizada no centro de gravidade, ou em pontos duros localizados nas asas. Na configuração com 28 horas de autonomia, a aeronave tem capacidade para portar até 70 kg, enquanto na configuração com 20 horas de autonomia, a capacidade de carga paga sobe para 150 kg. Os sensores possíveis podem incluir, mas não se limitam a:

Sensor eletro-óptico

Sensor infravermelho

Câmera hiperespectral

Radar de abertura sintética

Sensor
primário

Sensores
secundários

A empresa

A Stella Tecnologia é uma empresa acreditada pelo Ministério da Defesa como EED (Empresa Estratégica de Defesa). Foi fundada em 2015 por Eudes de Orleans e Bragança e Gilberto Buffara Junior com o intuito de desenvolver tecnologias críticas e inéditas no país na área de sistemas aéreos não tripulados.

A empresa, que tem sua planta no municipio de Duque de Caxias, no Rio de Janeiro, possui atualmente capacidade produtiva para 4 aeronaves por ano. Nossos laboratorios permitem testes e ensaios de materiais, recursos fundamentais para o desenvolvimento de produtos aeronauticos em campositos de alta tecnologia.

Eudes de Orleans e Bragança
(in memoriam)

Eudes foi oficial da Marinha Brasileira e submarinista. Foi presidente, diretor, e membro do conselho de diversas empresas no Brasil e no Exterior.

Gilberto Buffara Junior

Gilberto é formado em administração de empresas pelas Universidades de Boston e Harvard. Foi fundador de uma empresa pioneira no Brasil na área de drones, e responsável pela primeira implementação do uso de drones nas forças armadas brasileiras, o CFN-PelVANT.